7 tendências do varejo online que você não pode ignorar


7 tendências do varejo online que você não pode ignorar
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7 tendências do varejo online que você não pode ignorar

Uma trajetória de sucesso no e-commerce vai muito além de eficiência operacional e condições comerciais competitivas.

Superar a concorrência é uma tarefa que exige otimizações constantes, capazes de colocar a loja na vanguarda do mercado.

Para conquistar isso, é fundamental conhecer as principais tendências do varejo online.

Mas, em meio a tantas transformações no ambiente digital, nem sempre é fácil identificar quais são as novidades que realmente vão fazer a diferença.

Por esse motivo separamos sete tendências do varejo online (no Brasil e no Mundo) que já estão virando realidade e não podem ser ignoradas pelo seu negócio.

Quem sinalizou boa parte dessas tendências foi David Rosen, chefe de estratégia digital da TIBCO, em entrevista para a revista Forbes. Acompanhe!

Está sem tempo? Que tal ouvir este post?

1) Uma nova relação entre lojas físicas e digitais

Sim, você deve estar pensando que vamos falar de vendas omni channel. Mas esse é apenas o primeiro passo na integração entre os espaços físicos e digitais.

A tendência para os próximos anos é que os consumidores não percebam qualquer fronteira entre as interfaces na jornada de compra.

Ele poderá entrar na loja física para visualizar um produto, fazer a aquisição pelo celular e decidir se levará o item naquele momento ou se receberá mais tarde em casa ou em um hotel, por exemplo.

Todo esse processo tende a ocorrer sem qualquer tipo de barreira ou limitação, da forma mais fluída possível.

A experiência positiva de compra estará no centro do processo, pouco importando o canal escolhido.

Se você possui uma loja física e um e-commerce totalmente desconectados, saiba que já está perdendo tempo e, provavelmente, vendas!

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2) Intensificação das compras mobile

Apontar a ascensão das compras em dispositivos móveis também pode parecer óbvio, mas a preparação para essa tendência vai muito além de simplesmente possuir um aplicativo ou site responsivo.

Conforme a última pesquisa Webshoppers, 21,5% das compras online feitas no Brasil em 2016 foram oriundas de dispositivos móveis. Em sites como o Mercado Livre o volume total de vendas feitas nessas plataformas já passa de 43%.

De olho nesse potencial, e-commerces brasileiros como Netshoes, Privalia e Mercado Livre firmaram parcerias com operadoras para oferecer aos usuários o acesso gratuito aos sites/aplicativos, sem consumo do plano de dados.

Esse é apenas um indício de como essa plataforma vai se tornar ainda mais relevante nos próximos anos.

3) Logística ágil e versátil

A compra online de produtos nacionais não pode mais estar associada a longos prazos de espera. O consumidor deseja uma entrega ágil e transparente, mesmo que isso represente um custo extra.

Um exemplo disso vem dos Estados Unidos. Assinantes do serviço Amazon Prime já conseguem receber determinados itens apenas duas horas após executar o pedido.

Para se adaptar a essa realidade, a loja precisa ter uma estrutura operacional de excelência, que seja capaz de realizar o faturamento, picking e packing de forma ágil e sem erros.

Paralelamente, o consumidor também precisa ser informado sobre cada avanço na entrega do item adquirido, contribuindo para a transparência do processo.

Isso também vale para a logística reversa. O processo de troca ou devolução do produto vai se tornar cada vez mais descomplicado para o consumidor, permitindo que a loja resolva com agilidade questões de suporte ao cliente.

4) Inteligência Artificial

A inteligência artificial aplicada ao varejo online irá muito além de chatbots (robôs de atendimento que automatizam tarefas).

Há uma tendência de maior integração dos dados de consumidores, ampliando a previsibilidade nas compras e a flexibilidade nas ofertas de venda.

Também haverá difusão prática de conceitos, como a computação cognitiva, baseada em Big Data, para automatizar tarefas de gestão do e-commerce, como a realização de promoções, ajuste de estoques e divulgação de produtos.

Com isso, haverá uma transformação tanto para os consumidores quanto para a gestão propriamente dita da loja.

venda_mais_com_olist5) Overdelivering

A construção de um relacionamento de longo prazo com os consumidores será cada vez mais determinante para o sucesso de qualquer negócio varejista. E isso só pode ser conquistado entregando mais do que o cliente espera.

Nos próximos anos, o overdelivering irá muito além da mera entrega de um brinde ou cartão de agradecimento para o consumidor. A experiência de compra será valorizada por benefícios contextuais, relacionados às características pessoais e ao momento vivido pelo cliente.

Uma boa referência para esse caminho é observar empresas como a Zappos, que atua no segmento de calçados nos Estados Unidos. A sede da companhia já chegou a ser palco para o casamento de um casal de clientes.

Isso mostra quão próxima pode ser a relação entre a loja e os consumidores, com impacto direto na fidelização e nas vendas.

6) Ultracustomização

Essa tendência é derivada das duas anteriores. Esqueça metáforas como “pessoas como você também compraram..” ou “produtos que você também pode gostar”.

Informações como localização, comportamento, momentos de compra, condições climáticas e até mesmo horário serão utilizadas para construir ofertas e promoções únicas.

O cliente também poderá definir, diretamente pelo e-commerce, detalhes como cores, formas, textos personalizados e outros atributos relacionados ao produto escolhido.

Trata-se de uma completa evolução da atual grade de variações presente na maioria dos canais de venda.

7) Marketplaces

Os marketplaces não ficaram para o final desta lista em vão. Lojistas e grandes redes varejistas já entenderam que esse modelo de venda é benéfico para todos.

Atualmente, os marketplaces geram entre 20% e 30% das vendas do e-commerce brasileiro. Mas países como a China, onde a taxa de penetração desse modelo passa de 90%, demonstram que ainda há um espaço imenso de crescimento para ser explorado.

Essa expansão deve ser acompanhada de uma drástica evolução tecnológica. Grandes redes varejistas irão incorporar novos recursos e serviços para essa operação de venda, capazes de otimizar a logística, execução de promoções, gestão de vendas, etc.

A Amazon é uma das principais referências para essas inovações. Serviços como o Fulfillment by Amazon permitem que toda a operação logística dos lojistas parceiros seja gerenciada pela empresa, em troca do pagamento de um pequeno valor a cada venda.

Conclusão: se você quer sobreviver, terá que se adaptar

Os negócios que não se adaptarem às transformações do varejo digital estão fadados à extinção. Entretanto, não há motivo para pânico ou desespero na adesão a essas novidades.

Um dos melhores caminhos para se manter competitivo nessa nova realidade é atuar em parceria com os marketplaces.

As grandes redes varejistas tendem a ser pioneiras e coadjuvantes na implementação dessas novidades. E isso gera um benefício direto para os lojistas parceiros.

Reflita e avalie onde você deseja posicionar seu negócio nos próximos anos. Assim, será mais fácil definir os caminhos para se chegar lá, bem como escolher os parceiros que podem contribuir positivamente para essa jornada.

Ainda não está colocando em prática essas ações no seu negócio? Então, entre agora mesmo nos marketplaces e inicie essa transformação.


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