Alternativas ao Mercado Livre: 14 sites para vender mais pela internet


Alternativas ao Mercado Livre: 14 sites para vender mais pela internet

Muitos lojistas iniciam a jornada pelo e-commerce por meio do Mercado Livre. Buscas do tipo “como vender pelo mercado livre” não param de aparecer nos buscadores todos os dias. A vantagem de contar com uma infraestrutura pronta para vender e a facilidade de uso são os principais motivos que pesam na escolha por esse canal.

Apesar disso, quando as vendas online começam a ganhar ritmo, é natural que o lojista comece a pesquisar por canais alternativos de divulgação. Trata-se de uma estratégia de diversificação, que também permite ampliar o público-alvo para o qual os anúncios são expostos.

Nesse contexto os marketplaces das grandes redes varejistas aparecem como excelentes alternativas aos Mercado Livre. Não é necessário fazer grandes investimentos e nem possuir um e-commerce próprio para anunciar nestes canais. Listamos abaixo algumas opções que podem servir ao seu negócio:

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B2W (3 sites)

A B2W é a controladora dos sites Americanas.com, Shoptime e Submarino. O trio recebe mais de 19 milhões de visitantes únicos por mês no Brasil e em 2015 acumulou um volume bruto de vendas (GMV) de R$ 11,3 bilhões. Deste total R$ 860 milhões foram gerados apenas com a operação de marketplaces.

Cnova (4 sites)

A Cnova é a responsável pelos sites CasasBahia.com, PontoFrio.com, Extra.com e Cdiscount.  O grupo recebe mais de 13 milhões de acessos únicos mensais no Brasil e movimentou € 2 bilhões em negócios em 2015. No segmento dos marketplaces existem mais de 1,5 mil empresas ativas que, juntas, apresentam mais de 1,5 milhão de ofertas.

Walmart

A maior rede varejista do mundo também possui um marketplace no Brasil. O Walmart.com possui mais de 1 milhão de itens a venda e recebe 11,1 milhões de visitantes únicos por mês.

Netshoes (2 sites)

O grupo Netshoes iniciou em 2016 a operação dos marketplaces Netshoes.com.br e Zattini no Brasil. A atuação se concentra principalmente nos segmentos de esportes e moda, tendo como objetivo gerar 20% das vendas do negócio nos próximos anos. Em 2015 o faturamento total do grupo (incluindo Argentina e México) foi de R$ 2 bilhões.

banner-blog6_2Magazine Luiza

Uma das redes mais populares no varejo brasileiro, o Magazine Luiza também conta com uma operação de marketplace no Brasil. Com mais de 740 lojas, 9 centros de distribuição e 3 escritórios em todo o país, o site oferece mais de 44 mil itens para venda.

GFG (3 sites)

O grupo Global Fashion Group (GFG) é o controlador dos e-commerces da Dafiti (moda), Kanui (produtos esportivos e estilo de vida) e Tricae (produtos para bebês e crianças). Os três sites também são marketplaces, permitindo a qualquer lojista anunciar nestes canais de venda.

Conclusão

A diversificação é saudável para o bom desempenho de qualquer negócio, seja físico ou digital. No caso das vendas online, anunciar em mais de um marketplace pode ser o diferencial para lucrar mais.

Apesar disso, é importante lembrar que esses sites não são uma alternativa para todos os usuários do Mercado Livre. É necessário contar com uma empresa formalizada, oferecendo produtos com nota fiscal e profundidade de estoque para conquistar resultados positivos.

E para facilitar a negociação com esses sites também é possível contar com soluções que descomplicam o processo de negociação e venda, como o Olist. Usuários da plataforma podem começar a vender em alguns dos marketplaces citados acima de forma ágil e prática, com muito menos burocracia.

Conhece outros marketplaces no mercado brasileiro? Compartilhe abaixo!


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2 Comentários

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      Igor Castanho

      Olá Bruno. Na verdade são opções para vender, pois todos esses sites tem a operação de marketplace, na qual qualquer lojista pode anunciar seus produtos!

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