segunda-feira, 25 maio, 2020
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Alternativas ao Mercado Livre: 14 sites para vender mais pela internet

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Alternativas ao Mercado Livre: 14 sites para vender mais pela internet

Muitos lojistas iniciam a jornada pelo e-commerce por meio do Mercado Livre. Buscas do tipo “como vender pelo mercado livre” não param de aparecer nos buscadores todos os dias. A vantagem de contar com uma infraestrutura pronta para vender e a facilidade de uso são os principais motivos que pesam na escolha por esse canal.

Apesar disso, quando as vendas online começam a ganhar ritmo, é natural que o lojista comece a pesquisar por canais alternativos de divulgação e se pergunte cada vez mais como vender produtos em outros sites. Trata-se de uma estratégia de diversificação, que também permite ampliar o público-alvo para o qual os anúncios são expostos.

Nesse contexto os marketplaces das grandes redes varejistas aparecem como excelentes alternativas aos Mercado Livre. Não é necessário fazer grandes investimentos e nem possuir um e-commerce próprio para anunciar nestes canais. Listamos abaixo algumas opções que podem servir ao seu negócio:

B2W (3 sites)

A B2W é a controladora dos sites Americanas.com, Shoptime e Submarino. O trio recebe mais de 19 milhões de visitantes únicos por mês no Brasil e em 2015 acumulou um volume bruto de vendas (GMV) de R$ 11,3 bilhões. Deste total R$ 860 milhões foram gerados apenas com a operação de marketplaces.

Cnova (4 sites)

A Cnova é a responsável pelos sites CasasBahia.com, PontoFrio.com, Extra.com e Cdiscount.  O grupo recebe mais de 13 milhões de acessos únicos mensais no Brasil e movimentou € 2 bilhões em negócios em 2015. No segmento dos marketplaces existem mais de 1,5 mil empresas ativas que, juntas, apresentam mais de 1,5 milhão de ofertas.

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Walmart

A maior rede varejista do mundo também possui um marketplace no Brasil. O Walmart.com possui mais de 1 milhão de itens a venda e recebe 11,1 milhões de visitantes únicos por mês.

Netshoes (2 sites)

O grupo Netshoes iniciou em 2016 a operação dos marketplaces Netshoes.com.br e Zattini no Brasil. A atuação se concentra principalmente nos segmentos de esportes e moda, tendo como objetivo gerar 20% das vendas do negócio nos próximos anos. Em 2015 o faturamento total do grupo (incluindo Argentina e México) foi de R$ 2 bilhões.

Magazine Luiza

Uma das redes mais populares no varejo brasileiro, o Magazine Luiza também conta com uma operação de marketplace no Brasil. Com mais de 740 lojas, 9 centros de distribuição e 3 escritórios em todo o país, o site oferece mais de 44 mil itens para venda.

GFG (3 sites)

O grupo Global Fashion Group (GFG) é o controlador dos e-commerces da Dafiti (moda), Kanui (produtos esportivos e estilo de vida) e Tricae (produtos para bebês e crianças). Os três sites também são marketplaces, permitindo a qualquer lojista anunciar nestes canais de venda.

Conclusão

A diversificação é saudável para o bom desempenho de qualquer negócio, seja físico ou digital. No caso das vendas online, anunciar em mais de um marketplace pode ser o diferencial para lucrar mais.

Apesar disso, é importante lembrar que esses sites não são uma alternativa para todos os usuários do Mercado Livre. É necessário contar com uma empresa formalizada, oferecendo produtos com nota fiscal e profundidade de estoque para conquistar resultados positivos.

E para facilitar a negociação com esses sites também é possível contar com soluções que descomplicam o processo de negociação e venda, como o Olist. Usuários da plataforma podem começar a vender em alguns dos marketplaces citados acima de forma ágil e prática, com muito menos burocracia.

Conhece outros marketplaces no mercado brasileiro? Compartilhe abaixo!

Venda mais com o Olist

11 comentários

    • Olá Bruno. Na verdade são opções para vender, pois todos esses sites tem a operação de marketplace, na qual qualquer lojista pode anunciar seus produtos!

    • Olá Marcus, que tipo de produto você vende?
      Existem algumas categorias de produtos que são proibidas nos marketplaces. Esse pode ser um motivo para essa recusa.
      Abs!

  1. Eu gostaria de um site tipo o mercado livre que não cobrasse frete de volta caso o comprador não concordasse com o estado do produto, ou até mesmo, quisesse dar golpe no vendedor.

  2. Os sites listados são bem intressantes para quem tem um produto próprio para venda. O problema é a burocracia para conseguir vender, a maioria deles só aceita pessoa jurídica, o que acarreta em custos para abertura de empresa e manutenção de um CNPJ.

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