Black Friday 2017: 5 fatos que talvez você ainda não saiba


Black Friday 2017: 5 fatos que talvez você ainda não saiba
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Black Friday 2017: 5 fatos que talvez você ainda não saiba

A Black Friday já é a segunda data mais importante no varejo brasileiro, atrás apenas do Natal. Por esse motivo, lojistas de todo o país começam a preparar suas lojas com meses de antecedência. Além disso, vários consumidores optam por economizar ao longo do ano só para aproveitar ao máximo as ofertas desta ocasião.

Como já é de praxe, a Black Friday ocorrerá na última sexta-feira de novembro (dia 24/11), com uma grande expectativa de participação dos consumidores, e crescimento no volume de vendas e faturamento. Trabalhos como a pesquisa Thanks God It’s Black Friday, realizada pelo Google em junho deste ano, comprovam o otimismo.

O estudo apresenta números e características do comportamento das pessoas durante a Black Friday em 2016, ao mesmo tempo em que sinaliza as previsões para a próxima edição. Separamos algumas das conclusões mais surpreendentes sobre a data e que podem ajudar você a traçar estratégias de vendas para o seu negócio. Confira a seguir:

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Fato 1: a Black Friday é sinônimo de desconto de verdade

Logo que foi introduzida no Brasil, a Black Friday enfrentou muito ceticismo por parte dos consumidores. Termos como Black Fraude eram constantemente utilizados em alusão à data. Mas o estudo do Google deixou claro que essa imagem já foi transformada no Brasil.

A conclusão é baseada em uma análise na qual a opinião das pessoas sobre a data foi associada com hashtags. Entre os respondentes, 55% usaram termos positivos, como #descontodeverdade. Apenas 8% citaram o termo #blackfraude e os outros 37% utilizaram expressões neutras, como #blackfriday.

O evento caiu no gosto do brasileiro e vem atraindo novos consumidores a cada ano. Espera-se que 370 mil pessoas comprem pela primeira vez online nesta edição da Black Friday. Entre os que já compram produtos online, 68% pretendem fazer alguma aquisição na próxima edição.

Fato 2: a Black Friday muda o comportamento das pessoas

O crescimento e os efeitos provocados pela Black Friday são sentidos pelo varejo de diferentes maneiras. O estudo do Google indica que as vendas nos estabelecimentos físicos, por exemplo, crescem 3,5 vezes na sexta-feira de ofertas em relação às outras sextas-feiras do ano.

Dados do aplicativo de navegação Waze indicam um salto de 68% nas viagens que tinham lojas físicas como destino final na data da Black Friday. As categorias com o maior fluxo de visitas no período foram Lojas de Departamento (salto de 143%), Móveis e Decoração (+106%) e Livrarias (+88%).

A busca por palavras-chave na rede de pesquisa do Google também aumenta significativamente no mês de novembro. Em 2016, itens como Chromecast (+213%), fralda (+183%), colchão (+183%), whisky (+166%) e powerbank (+159%) apresentaram o maior índice de crescimento na variação de buscas do Google.

Tudo isso gera resultado financeiro. Ano passado, a Black Friday movimentou R$ 1,9 bilhão e em 2017 está previsto um aumento de 15% a 20% nas vendas, com expectativa de gerar R$ 2,2 bilhões em transações online.

Fato 3: a Black Friday vai além de um dia

A Black Friday no Brasil acontece sempre na última sexta-feira de novembro, mas o impacto sobre as vendas é bem mais abrangente. Muitas lojas aproveitam para abaixar seus preços durante a semana do evento – na chamada Black Week.

O estudo do Google aponta que 16% das compras ocorrem antes da Black Friday (segunda-feira a quinta-feira) e outras 5% são concretizadas logo após a data (sábado, domingo e segunda-feira). O tíquete médio também é, em média, 20% superior, atingindo um patamar acima de R$ 1,4 mil.

O desempenho positivo da prática tem levado alguns lojistas a extrapolar ainda mais o período de ofertas: é o caso do Black Month. Disponibilizar as ofertas por mais tempo é uma estratégia que acaba beneficiando ambas as partes envolvidas: o lojista aumenta o volume de vendas e, consequentemente, o faturamento, enquanto o cliente tem mais tempo para tomar a decisão de compra.

canvas olistFato 4: a Black Friday é mais do que descontos

O principal apelo para um consumidor realizar uma compra durante a Black Friday ainda é o preço. O estudo do Google indica que 49% das pessoas avaliam esse critério antes da tomada de decisão. Mas nos últimos anos outros fatores também têm ganhado relevância.

A maior parte (51%) dos aspectos ponderados pelos potenciais consumidores dizem respeito à confiança e à experiência do consumidor, incluindo o custo do frete, formas de pagamento e prazo de entrega.

Outro elemento relevante é a fidelização. Dois terços dos consumidores fizeram compras em lojas nas quais já eram clientes. Isso mostra como é importante ir além do preço, oferecendo condições vantajosas de frete, formas de pagamento e atendimento.

Fato 5: a Black Friday tomou conta do Brasil

A Black Friday já caiu no senso comum do brasileiro, deixando de ser um evento de nicho. Entre 2012 e 2016, a quantidade de lojas físicas presentes no evento dobrou, rompendo a barreira de 43 mil participantes.

O número de e-commerces que aderiram à campanha cresceu por dez no mesmo período. Hoje são mais de mil lojas online divulgando ofertas. Com essa expansão, surgiram programas para garantir a qualidade das lojas participantes, como o Selo Black Friday Legal.

Esse crescimento em duas vertentes favorece as empresas que possuem loja física e virtual integradas (omni channel). Isso fica claro com o salto em buscas como “retirar na loja”, que dobra no período, segundo dados do Google.

Conclusão: aproveitar a Black Friday é uma obrigação

Com planejamento e antecedência, qualquer lojista pode alavancar as vendas na Black Friday. Os números deixam claro como esse evento é relevante e tem potencial para alavancar os resultados de qualquer loja física ou virtual.

Para isso, vale a pena seguir algumas dicas essenciais. Tenha produtos em estoque para atender à demanda, reveja o processo de precificação para reduzir os preços e esteja sempre pronto para responder às dúvidas dos clientes. Além disso, não deixe de procurar canais alternativos para aumentar as vendas, como os marketplaces. A entrada de lojistas nos gigantes do varejo leva algum tempo, por isso, prepare-se com antecedência para lucrar mais nesta Black Friday.

Tem outras dúvidas sobre como se preparar para a Black Friday? Então compartilhe nos comentários!


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