É possível vender online sem ter um e-commerce? (resposta: sim!)


É possível vender online sem ter um e-commerce? (resposta: sim!)
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É possível vender online sem ter um e-commerce? (resposta: sim!)

Muitos donos de lojas físicas ainda veem como um tabu as vendas pela Internet. Essa crença nasce da ideia de que é preciso entender profundamente de tecnologia para entrar nesse mercado. Ou que é necessário um grande investimento financeiro para viabilizar o negócio. Ou ainda que se trata um ambiente inseguro, no qual ataques cibernéticos podem gerar prejuízos ou perda de informações valiosas.

Essa visão nada mais é do que senso comum, sendo propagada por pessoas sem conhecimento sobre o assunto. Embora todos os fatos citados acima ainda sejam realidade em casos muito específicos, essa não é mais a regra geral no comércio eletrônico (confira a prova aqui e aqui). O setor vive um processo de evolução constante, incorporando novos serviços e recursos que evitam essas situações de forma simples e prática.

Os marketplaces são o exemplo perfeito para provar essa nova realidade. Nesse modelo o lojista tem à disposição toda a infraestrutura para vendas, marketing, gestão de pagamentos e prevenção contra fraudes, presente nos sites das grandes redes varejistas. Tudo isso sem a necessidade de fazer um grande investimento de tempo e dinheiro.

Como entrar nos marketplaces?

Os integradores estão entre as opções mais utilizadas no Brasil pelos lojistas para conquistar o acesso aos marketplaces. Nesse formato o comerciante já tem um e-commerce estruturado e apenas utiliza o serviço para fazer a conexão com os sites das grandes redes varejistas. Nem sempre essa é a melhor alternativa para entrar nesse mercado, principalmente para quem ainda não tem uma loja online.

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Uma alternativa prática para quem não possui um e-commerce é utilizar o Olist. Nesse caso o usuário tem a disposição uma loja já integrada as principais redes varejistas do país. Além disso, é possível gerenciar em uma única plataforma o cadastro de produtos, a gestão de pedidos, a administração financeira e o controle logístico de todas as vendas.

Deste modo o comerciante não precisa perder tempo estudando tecnologia ou construindo uma loja virtual do zero. Basta estar com a documentação em dia e possuir fotos e textos de descrição dos produtos para começar a vender.

Diferenças entre a loja física e o marketplace

Embora o Olist descomplique o processo de venda nos marketplaces, o comerciante também precisa estar preparado para atuar nesse mercado. É necessário gerenciar com rigidez aspectos como preço, logística e o atendimento ao cliente. A lógica de controle desses elementos é muito diferente no meio online.

Uma das principais mudanças que o lojista precisa fazer é na gestão de estoque. Os principais marketplaces do país (B2W, Cnova, Walmart e Mercado Livre) recebem mais de 70 milhões de visitantes por mês. Isso amplia a abrangência geográfica do comércio e também o volume de negócios que a loja passa a concretizar. É preciso estar preparado para gerenciar esse salto na demanda tendo produtos a pronta entrega e agilidade no envio dos pacotes.

Outra transformação ocorre no aspecto financeiro. Ao contrário da loja física, o pagamento das vendas não ocorre imediatamente. Geralmente os repasses são concentrados em uma data fixa, o que exige uma gestão eficiente do fluxo de caixa.

Também é importante priorizar o atendimento ao cliente. Embora não haja contato direto com ele, será preciso gerenciar problemas como trocas e devoluções. É preciso monitorar e responder com agilidade todas as ocorrências nos marketplaces para evitar prejuízos.

Por fim, vale repensar a precificação dos produtos nas vendas online. Como não há gastos com marketing ou equipe de vendedores, pode-se praticar preços mais baixos de modo a garantir a competitividade do produto.

Conclusão

Apostar nos marketplaces é a alternativa ideal para vender mais na crise e garantir o crescimento do negócio sem grandes investimentos. É uma ótima oportunidade para explorar o potencial do comércio eletrônico de forma prática e segura.

Com o Olist o acesso a esse mercado não é mais restrito a grandes empresas ou especialistas em tecnologia. E, se o resultado for positivo, esse pode ser o ponto de partida para que sua loja física também entre no e-commerce.

Ainda tem dúvidas sobre como vender nos marketplaces? Comente abaixo.



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