Guia-Completo-de-como-Criar-uma-Loja-Virtual-de-Sucesso

Uma loja virtual é um site ou página na internet onde empresas ou empreendedores podem comercializar serviços ou produtos, vendendo itens físicos ou digitais. Os visitantes podem fazer todo ciclo de compra e venda: escolher o que adquirir, pagar e como receber seu pedido.

Para muitos empreendedores ou empreendedoras que desejam começar um negócio ou já possuem sua empresa, seja ela micro, pequena ou média, ter o próprio site de vendas online é uma ótima alternativa para ampliar vendas e alcançar novos públicos.

Nosso “Guia Completo de como Criar uma Loja Virtual de Sucesso” é dedicado a você, que planeja se aventurar no mundo web e deseja começar ou aumentar o sucesso da sua marca. 

O conjunto de ideias e dicas deste conteúdo foram estruturadas para otimizar seu dia-dia, errar um pouco menos e focar seu tempo no que realmente interessa para seu negócio online crescer de forma sólida e mais veloz.

Construir um negócio de sucesso no mundo online depende de uma série de fatores e você, como empreendedor(a), terá que pensar, testar e implementar todos eles. Aquela famosa lei do mínimo esforço e máximo retorno não existe [talvez nunca tenha existido]. Portanto prepare-se e leia com atenção.

Dividimos o material em algumas etapas, para ajudar a entender a importância de cada momento:

  1. Tecnologia: construa sua plataforma online ou selecione uma versão de prateleira
  2. Qualidade: utilize os conteúdos a seu favor
  3. Marketing: Inbound marketing como a estratégia para crescer
  4. Facebook Ads e Google Adwords
  5. O que não se mede, não se melhora
  6. Nível de Serviço: Suporte e Atendimento excelentes
  7. Comece com os Correios, mas considere outras soluções no futuro
  8. Terceirize apenas o que não é estratégico e forme um time completo, mas enxuto
  9. Turbine suas vendas com Marketplaces Online
  10. Encontre tudo em um só lugar com o Olist

1. Tecnologia: construa sua plataforma online ou escolha uma plataforma

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Após ter estudado, analisado e com seu plano estruturado, chegou o momento dedicar um tempo para analisar qual das soluções de tecnologia você utilizará. Lembre-se de que se você está pensando em construir um negócio de sucesso e não ter apenas uma aventura temporária, você praticamente se casará com esta tecnologia por algum tempo.

Tomar uma decisão precipitada ao escolher a primeira oferta sem antes consultar outras alternativas no mercado pode ser prejudicial no longo prazo. Atualmente, existem centenas de caminhos que você poderá seguir como base tecnológica para sua empreitada online.

As duas opções que mais se destacam e construir do zero ou encontrar uma empresa especializada na criação de lojas virtuais. Trouxemos algumas vantagens e desvantagens de criar uma solução própria ou utilizar alternativas existentes:

  • Vantagens: possibilidade de criar uma solução específica e totalmente customizada para a sua necessidade, autonomia na manutenção e agilidade na correção de possíveis problemas ou implementação de melhorias e novidades. É comum você possuir novas ideias durante a fase inicial do seu negócio. Uma equipe própria te permite testar muita coisa, além de poder criar, quase que exclusivamente, atributos únicos para a sua plataforma.
  • Desvantagens: tempo de desenvolvimento elevado (em geral levará entre 4 a 5 meses para ter a versão beta no ar e de 8 a 10 meses para ter sua solução completa, no mesmo patamar de uma solução pronta madura), necessidade de investimento em equipe técnica, além da curva de maturidade e resultados (taxa de conversão, recomendações, etc) será mais longa do que utilizar uma solução pronta.

Plataformas de Loja Virtual: Nesta modalidade, existem realmente muitas opções no mercado que você deverá considerar antes de escolher a sua, tais como Vtex, Tray, Nuvem Shop, Shopify, Loja Integrada, Olist Shops, etc. As listadas são sugestões, sem ordem de importância ou critério, pois cada uma oferece atributos únicos e também por depender dos objetivos e necessidades de cada negócio.

  • Vantagens: rapidez no lançamento da sua loja, boa relação de custo X benefício pra quem está começando, baixo índice de bugs, equipe de início do seu negócio reduzida, algumas ferramentas apresentam a possibilidade de customização sem a necessidade de uma equipe técnica. Integração nativa com serviços de pagamento. Curva de maturidade acentuada, seu negócio estará pronto para o consumidor online mais rapidamente.
  • Desvantagens: dependência de uma empresa terceirizada para realizar qualquer mudança em sua loja virtual, limitações de produtos, suporte limitado às opções disponíveis do parceiro.

2. Qualidade: utilize os conteúdos a seu favor

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Já se foi o tempo em que você podia ter uma loja online e não se preocupar com a qualidade do título do seu produto, da profundidade de detalhes da sua descrição e dos diferentes ângulos de imagens que apresentam seu produto.

A competição está cada vez mais acirrada, com frequência surgem sites de vendas dos mais variados segmentos, produtos e características. Nos dias de hoje, a dificuldade é encontrar algo que não possa ser comprado online.

O mundo das lojas virtuais cresce a cada ano, a concorrência por um lugar aos olhos e cliques do consumidor virtual também aumentou bastante. Se antes conteúdo de qualidade diferenciava as melhores lojas online das medianas ou “meia-bocas”, agora, a qualidade do conteúdo é condição essencial para você começar a brincadeira.

O sucesso do conteúdo dependerá principalmente em 4 coisas simples de se entender:

Título

Seja do seu e-commerce, de uma landing page, de um artigo de blog ou mesmo de um produto, o título é fundamental, será por ele que as pessoas vão visualizar suas páginas pelo Google ou outros mecanismos de busca. O título certo tende a ajudar e muito você a ganhar algumas boas posições e cliques no Google.

No Olist, criamos uma ferramenta gratuita para Criação de Título de Produtos para E-commerce que está fazendo grande sucesso. Talvez você se interesse, pois ela apresenta dicas do que incluir ou não incluir em seus títulos.

Descrição

Assim como o título, a descrição da sua página, produto ou landing page deve ser completa. Se você estiver fazendo uma descrição para um produto, ela deverá incluir todas as informações relacionadas a este produto, tais como Matérias-Primas, Processo ou Técnica Produtiva, Atributos Técnicos ou Configurações do Produto, Garantia, Cuidados com a Peça, História da sua Empresa, etc.

Neste caso, sugerimos que você utilize nossa ferramenta gratuita para Criação de Descrição de Produto otimizada para E-commerce. Neste caso, assim como a ferramenta de título, ela ajudará você a estruturar sua descrição de forma inteligente e completa.

Imagem

O consumidor online compra com os olhos, ponto final. Depois de ser impactado pelo seu título no mecanismo de busca, a primeira impressão do item na loja virtual será por meio da imagem apresentada. Lembre-se de que em muitos casos, não será possível, tocar, sentir e testar o produto antes de comprá-lo.

Temos um ótimo artigo com 10 dicas que ensinam como tirar boas fotos para sua loja online. Quanto melhor a imagem, maior a probabilidade do seu cliente colocar seu produto no carrinho. Quanto mais opções de ângulos apresentadas ao cliente, maior o alinhamento de expectativa o produto desejado pelo cliente e o que ele está efetivamente comprando. Isto poderá ajudar você, inclusive, na redução de trocas ou devoluções.

Preço

Caso o valor real cobrado pelo seu produto (Preço de Venda) não estiver em equilíbrio com o valor percebido pelo cliente, de nada adianta seu produto ser lindo e maravilhoso, sua foto ser excelente e seu título e descrição serem completos e instrutivos. A falta de equilíbrio entre valor real e valor percebido faz com que alguém sempre sairá perdendo nessa equação. Entenda porque:

  • Valor Percebido > Valor Real: Seu cliente viu mais valor e utilidade em seu produto do que você está cobrando. Essencialmente, você está cobrando pouco pelo seu produto e está deixando dinheiro na mesa.
  • Valor Percebido < Valor Real: Seu cliente não encontrou o valor ou utilidade esperada. Pode ser que seu tripé (título, descrição, foto) não esteja 100% otimizado e você ainda pode melhorá-lo. Talvez seu produto seja ruim e está descobrindo que pode melhorá-lo. Neste caso, a verdade vai doer um pouco, mas o importante é não escrever as coisas na pedra e evoluir com o feedback e avaliação do seu cliente.
  • Valor Percebido = Valor Real: parabéns! Seu produto está em equilíbrio.

Caso você trabalhe com produtos de concorrência elevada, este é um exercício fundamental para não perder vendas. Trabalhar com um preço competitivo ainda é um diferencial importante para vender mais. Oferecemos um material exclusivo que pode auxiliar na definição do preço, considerando os cálculos de custo e gastos indiretos.

3. Marketing: Inbound marketing como a estratégia para crescer

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Caso você nunca tenha ouvido sobre o Inbound Marketing e trabalha com e-commerce há algum tempo, então está na hora de ler um pouco mais sobre o seu setor. Se você está começando agora, sinta-se um verdadeiro sortudo, pois você tem a oportunidade de começar sua empreitada online com o pé direito desde o primeiro dia.

Afinal, o que é Inbound Marketing? É o conjunto de ações e ferramentas, tais como conteúdos, artigos, postagens e materiais criados por você para atrair mais clientes para seu negócio ajudando com as soluções certas para determinadas necessidades. Ele é o inverso das ações tradicionais de marketing, em que o profissional corre, loucamente, atrás deu seus clientes para conseguir sua atenção.

A chave de sucesso dessa estratégia é trabalhar (novamente) com conteúdo de qualidade. Neste caso, alguns exemplos de conteúdo pode ser uma resenha sobre seu produto ou mesmo um depoimento de seu cliente usado por você para atrair outros clientes que buscam aquele mesmo tipo de conteúdo.

Em geral, um bom inbound (fluxo de entrada) é resultado de conteúdo fresco, criado e atualizado constantemente. O bacana desta prática é que ela é válida para todo e qualquer negócio, seja online ou offline.

Em um mundo em que a atenção do cliente está cada vez mais concorrida (e muito mais cara), você conseguir inverter a lógica e fazer com que seus clientes procurem você por temas relacionados ao seu negócio ou produto é um diferencial competitivo que pode determinar o sucesso ou fracasso da sua empresa.

Uma alternativa é procurar por plataformas ou serviços especializados, como é o caso da RD Station, sistema desenvolvido pela Resultados Digitais. Utilizamos essa ferramenta, que nos ajudou a automatizar de forma inteligente o marketing do Olist.

Hoje, produzimos conteúdos direcionados para nosso público-alvo e entendemos cada ponto de interação com cada usuário. Em termos práticos, você entenderá seu funil de conversão:

  • Visitantes: todas as pessoas que visitaram seu e-commerce e interagiram com sua loja de alguma forma. Seja navegando no site, clicando em seus produtos, etc.
  • Leads: pode ser entendido como todos os clientes em potencial. São aqueles visitantes que colocaram produtos no carrinho ou que demonstraram algum tipo de interesse em seus produtos.
  • Leads Qualificados: é aquele segmento de leads que, além de terem demonstrado interesse e interagido com sua loja virtual, possuem todas as características para se tornarem clientes de sua loja.
  • Oportunidades: é o potencial de negócios que poderia ser gerado caso seus Leads Qualificados se tornassem consumidores de sua loja virtual. O interessante de você acompanhar este indicador é justamente entender o quanto você poderia converter se melhorasse seu serviço, plataforma, caminho de conversão, etc. É quase que desesperador ver o quanto de negócios nós perdemos diariamente.
  • Clientes: são aqueles leads que efetivamente compraram seus produtos e pagaram pelo seu produto. Aqui, é importante ser totalmente verdadeiro(a) com você mesmo e não se enganar no acompanhamento de carrinhos abandonados ou boletos bancários não pagos. Clientes = +dinheiro em sua conta corrente e ponto final.

Outras empresas e marcas que nos auxiliaram e podem fazer o mesmo por você é a Rock Content e a Content Tools. Ambas irão ajudar você na produção de conteúdo estratégico direcionado para seus clientes. O bacana aqui é definir uma direção de conteúdo realmente útil para seu negócio. Pense naquilo que possa te ajudar a trazer o melhor resultado.

Lembre-se sempre: construa conteúdo de qualidade. Faz diferença.

4. Anúncios: Facebook Ads e Google Adwords

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Neste tópico começamos com uma reflexão, o mais indicado para qualquer pessoa que estiver começando uma operação online é justamente fazer um pouco de tudo no início para aprender na prática o que se deve e não deve fazer.

Pense no seguinte: você, no dia 1, começa utilizando uma empresa de consultoria em Marketing Digital para criar e gerenciar anúncios no Facebook ou Google Adwords, por exemplo. Eles vão te cobrar algo entre R$1.500 e R$2.500 / mês (as mais baratas) para criar e gerenciar suas campanhas nestes dois canais.

Primeiro, este talvez seja o seu orçamento de publicidade mensal. Segundo que muitas destas empresas estão acostumadas a gerenciar contas muito maiores do que a sua (leia-se com um orçamento muito maior e com uma margem de tolerância ao erro muito maior do que a sua). Quem você acha que dará mais valor para seu dinheiro: você ou eles?

Este é o princípio da economicidade. Entenda você mesmo onde seu dinheiro trará mais retorno com o menor custo possível. Não deixe ninguém fazer isto por você, pois a brincadeira pode sair cara. Depois de aprender e entender melhor a equação de crescimento do seu negócio, comece a delegar, distribuir e terceirizar o que pode ser feito fora de casa,  aquilo que é menos estratégico e não faz parte da espinha dorsal de crescimento do seu negócio.

Você pode se perguntar: “Mas o que devo fazer… já contratei minha agência!”. Ok, se você leu este artigo depois de ter contratado sua agência, então sugiro o seguinte plano de ação para os próximos 2 meses:

Mês 1: avalie os resultados das campanhas dia após dia, semana após semana. Os principais indicadores para você acompanhar são: CPC / CPM / CPL (o que fizer mais sentido para sua campanha), Cliques, Taxa de Conversão, ROI (retorno sob investimento), Bounce Rate, Ticket Médio, CAC (Custo de Aquisição do Cliente), Investimento por dia e qualquer outro que você achar pertinente para seu segmento de negócio.

Mês 2: revise os resultados e ouça as recomendações de melhoria e otimização das campanhas proposta pela agência. Avalie os resultados novamente, dia após dia, semana após semana.

Após este experimento, você deverá realizar as seguintes considerações:

a) Qual volume de vendas obtido semana após semana? Os resultados melhoraram?  Qual valor investido dia após dia? Algum produto ou categoria se sobressaiu em relação aos demais (tanto positiva quanto negativamente)?

b) Calcule o ROI (retorno sob investimento) para sua campanha geral dividindo o Valor das Vendas (oriundas apenas das campanhas) pelo Valor Investido (apenas nas campanhas). Você poderá fazer isto para cada uma das suas campanhas também.

c) Avalie se o ROI obtido faz sentido para seu negócio.Como? Simples: Qual sua margem líquida atual? 10%? 20%? 30%? Divida 1 pela sua margem e você descobrirá quanto deverá ser o seu ROI mínimo.

Exemplo: se a margem líquida é de 20%, então 1/0,2 = 5. Meu ROI mínimo para que minhas campanhas se paguem é de 5 vezes o montante investido. Corte as campanhas que não atingiram resultado algum, revise aquelas que não estão com resultado desejado, aumente o orçamento daquelas que possuem ótimo resultado (acima do ROI mínimo). Priorize, sempre, as campanhas com ROI mais elevado e acima do seu mínimo viável.

d) Não ficou satisfeito(a) com os resultados obtidos? Procure outras alternativas com a agência ou cancele o serviço e comece a fazer você mesmo(a). Em geral, você terá um pouco de dificuldade no início, mas qualquer empreendedor curioso vai atrás e aprende.

5. Dados: O que não se mede, não se melhora

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O que não se mede, realmente não se melhora. Porque? Simples… você não sabe o que melhorar. Quando você mensura algo e o compara com uma referência, você começa a entender se está indo bem ou não.

O primeiro passo é você começar a entender quais os indicadores mais importantes para qualquer sua loja virtual. Abaixo, uma lista daqueles que você deve acompanhar desde o primeiro dia da sua loja online no ar:

  1. a) Visitantes Únicos: total de visitantes únicos que acessaram sua loja. Este indicador pode ser facilmente obtido no Google Analytics.
  2. b) Número de Pedidos: total de pedidos únicos recebidos em sua loja virtual. O interessante aqui é começar a acompanhar diariamente.
  3. c) Vendas: é o montante total vendido em sua loja virtual, ou seja, o faturamento da sua loja em moeda corrente.
  4. d) Taxa de Conversão: é o resultado da divisão entre o número de pedidos e o número de visitantes únicos. A média nacional é de 2,44%, ou seja, a cada 100 clientes que visitam uma loja, 2,44 efetuam 1 pedido.
  5. e) Ticket Médio: é o resultado da divisão das Vendas e o número de Pedidos Únicos. Em geral, este indicador mostrará a média de gasto de cada cliente em sua loja virtual. Quanto maior o ticket, melhor, pois significa que um único cliente está gastando mais. Isto pode te dar maior margem para adquiri-lo.
  6. f) Custo de Aquisição de Cliente: é o resultado da divisão entre o Total Investido em Marketing (Google Adwords, Facebook Ads, etc) e o número total de clientes únicos. Lembre-se de utilizar ambos os indicadores em um mesmo intervalo de tempo (mensal, diário, semanal, por campanha, etc).
  7. g) ROI: é o retorno sob o investimento realizado. Já falamos sobre este indicador anteriormente. Ele poderá ajudar você a entender se continua ou não determinada campanha, ou até o mesmo o seu negócio como um todo.
  8. h) Bounce Rate: é a taxa de visitantes que acessam seu site e visitam apenas 1 página. Estes, são os visitantes que não se engajam ou navegam em sua loja virtual. O importante aqui é entender o porque.

Existem outros indicadores interessantes para serem medidos que podem ser medidos, mas o importante é começar por alguma coisa.

Lembre-se de que na internet, tudo acontece muito rápido. O importante é mensurar seus resultados diariamente (no mínimo) para agir rápido sob o erro. Definir uma meta mensal de faturamento e, apenas no final do mês, verificar se a meta foi batida ou não é algo muito prejudicial ao seu negócio. O ideal é acompanhar seus resultados a todo momento.

6. Serviço: Suporte e Atendimento excelentes

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Reputação é um dos pontos mais importantes dentro do comércio eletrônico, quando ela não vista como algo essencial, pode trazer muitos prejuízos para o negócio. A pergunta que você deveria fazer é como construir uma boa reputação? É fazendo de tudo pelo sucesso do seu cliente. Simples assim.

Construir uma boa reputação para sua loja virtual exige esforço e muito trabalho para responder todas as dúvidas de todos os seus clientes o mais breve possível, enviar seus pedidos e realizar suas entregas no prazo, entregar um produto de qualidade e, claro, ao final, pedir a opinião e/ou avaliação do seu cliente.

Para quem está começando agora, o fator reputação (ou falta de reputação) pode se tornar uma grande barreira para conquistar aqueles clientes mais exigentes e desconfiados. Por este motivo que o quanto antes você começar a construir e comunicar esta reputação, melhor.

No início, você será sua equipe de atendimento ao cliente. Procure separar bem o seu lado empreendedor e apaixonado pelo seu negócio nos momentos em que estiver respondendo e-mails ou mensagens de clientes.


Busque não se envolver demais com cada situação, você irá perder o foco no que é realmente importante e estratégico para seu negócio. Portanto, cresça logo e contrate uma equipe de atendimento (nem que seja 1 pessoa).

Uma vez que você possui uma equipe, o desafio é qualificar seu time e manter uma relação próxima entre você e este time. Muitas vezes, as melhores ideias de como melhorar sua loja virtual vêm justamente dessa interação com seus clientes.

Lembre-se, ter reclamações não é o fim do seu negócio. É apenas o começo da construção da sua reputação e possíveis relações com futuros clientes. O importante é como você trata tais situações. Como você age sobre o seu próprio erro e como seus clientes entendem tais ações.

7. Logística: Correios e outras soluções

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No Brasil não temos muitas opções de empresas de logística que fazem frente aos Correios em termos de capilaridade na entrega. Na verdade, não temos nenhuma empresa que consiga entregar a mesma capilaridade dos Correios.

Diferente dos Estados Unidos, por exemplo, onde não apenas o Correios Americano (USPS) atende o país inteiro, como também UPS, Fedex e DHL. O fato do Brasil não possuir concorrência de peso neste segmento é realmente muito ruim para todos.

Portanto, se você puder, comece com os Correios. Com o tempo, será natural você procurar outras soluções em logística que apresentem melhor nível de serviço, menor índice de atrasos, perdas, roubos ou desaparecimento de carga

Uma dica importante para o começo do seu negócio é sempre incluir o seguro em suas cargas declarando o valor total do seu pedido e, quando possível, utilize o serviço de e-Sedex, pois ele possui um nível melhor do que o PAC e um preço mais acessível do que o Sedex.

8. Terceirização: apenas o que não é estratégico

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Cuidado com a terceirização no início da sua empreitada. Terceirizar significa colocar um aprendizado estratégico para o momento do seu negócio na mão de outra pessoa ou empresa.

Em muitos casos, fazer dentro de casa pode ser mais trabalhoso, estressante, mas pelo menos o aprendizado ficará dentro do seu negócio. Ainda é válido para muitos aspectos, como: campanhas de marketing pago, criação de conteúdo, design, desenvolvimento de software, etc.

O planejamento do que será essencial e pode ser feito internamente, é de escolha e análise da própria empresa. Em termos de equipe, não é preciso um batalhão de pessoas, qualquer novo negócio pode começar apenas com uma pessoa ou duas

Considerando o caso de utilizar uma plataforma que entregue uma solução de loja virtual pronta, somente uma pessoa poderia começar. Já para desenvolver um site de vendas e ter uma tecnologia própria, no mínimo um programador precisaria auxiliar, totalizando apenas 2 pessoas, tendo essa divisão:

  • Pessoa 1) Você*: empreendedor(a) acima da média que está disposto a dedicar parte da sua vida para construir este negócio e, no início, fazer tudo o que os outros não fazem.
  • Pessoa 2) Programador(a): um desenvolvedor de software Full Stack, ou seja, completo. De preferência com experiência prévia no seu segmento. Esta pessoa transformará todas as suas ideias em algo bacana, bonito e usável pelos seus usuários.

*Neste caso, assumimos que você não possui um background técnico (programador) e priorizará seus esforços no Comercial, Novos Negócios, Parcerias, Produto, etc.

9. Turbine suas vendas com Marketplaces Online

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Uma excelente dica é já preparar seu modelo de negócio considerando Marketplaces Online. Temos diversos conteúdos tratando do conceito, vantagens e desvantagens de se vender em marketplaces ou diversos outros materiais acessando a categoria de “Marketplaces”.

Em geral, marketplaces são canais de vendas que apresentam dois lados: Vendedores e Compradores. Portanto, diferente da sua loja virtual, onde você é um único lojista vendendo seus produtos para múltiplos clientes, no marketplace, você anunciará seus produtos juntamente com outros lojistas que concorrem por múltiplos clientes.


Qual a grande vantagem deste modelo? Tráfego, muito tráfego, simples assim. Grandes marketplaces possuem o tráfego que você não tem e, provavelmente, nunca terá sozinho.

Hoje, no Brasil quase todos os grandes varejistas online abriram as portas do seu site para lojistas de diferentes segmentos anunciarem produtos de nicho. É o caso da B2W (Submarino, Americanas e Shoptime), do Magazine Luiza, da CNOVA (Extra, Casas Bahia, Ponto Frio) e, obviamente, o Mercado Livre.

O grande entrave é que para alguns deles a negociação até ter sua própria loja, pode demorar de 6 a 8 meses. Muito tempo, certo? Agora, imagine que você pudesse vender online em um prazo muito menor e sem qualquer burocracia tecnológica? É nesse momento que existe uma dica bônus.

10. Bônus: Encontre tudo em um só lugar com o Olist

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O Olist Identificou 3 constatações sobre a realidade das mais de 5 milhões de micro, pequenas e médias empresas brasileiras.

Primeira Constatação: O principal vilão para as PMEs encerrarem suas atividades no Brasil é volume de vendas. Ok, carga tributária, burocracia e altos custos relacionados a sua operação são fatores que também contribuem para o insucesso de muitos negócios.

Porém vendas ainda é a principal força motriz que impulsiona o crescimento de qualquer negócio no Brasil e no mundo. Mais vendas significa maior escala, menos custo fixo por produto vendido e, consequentemente, maior margem para seu negócio crescer saudável.

Segunda Constatação: Toda empresa que precisa de mais vendas, adoraria vender seus produtos nas principais vitrines do Brasil e do mundo, tais como Submarino, Americanas, Shoptime, Walmart, Ponto Frio, Casas Bahia, Extra, Netshoes, Dafiti, Mercado Livre, Amazon, Ebay, etc.

Terceira Constatação: Talvez, você até já venda em alguns destes canais. Porém o gerenciamento das suas vendas, pedidos, produtos, estoque, entregas e pagamentos é realizado em ferramentas, plataformas e softwares diferentes e que, muitas vezes, não se comunicam. Aí o desafio é burocracia na gestão.

Por isso, permitimos que qualquer negócio, independente do tamanho, possa vender seus produtos nos maiores varejistas online do Brasil, sem se preocupar com acordo comercial ou contrato de exclusividade. Pode ainda gerenciar pedidos, estoque, produtos, entregas, pagamentos, trocas, devoluções e atendimento ao cliente em um só lugar!

Em resumo, utilizando os nossos serviços você pode:

  • estar presente nos maiores marketplaces do Brasil e do mundo
  • aumentar o alcance dos seus produtos com o tráfego destes sites
  • gerenciar seus produtos, pedidos, estoque e finanças por um só lugar
  • não se preocupar com burocracias e perder tempo
  • ter a facilidade de escolher opções de logística e entrega

Como o Olist funciona na prática: 

  1. crie sua conta olist
  2. cadastre seus produtos​
  3. receba pedidos dos clientes
  4. fature, embale e envie seus pedidos
  5. receba pelas suas vendas

Fácil, não é mesmo? Você pode começar agora mesmo!

Esperamos que esse artigo seja de fato muito útil para que você consiga construir uma Loja Virtual de Sucesso desde o início. Caso tenha alguma dúvida ou comentário, não deixe de compartilhar conosco. 😉

Viu como é simples? Se você se interessou, aproveite para ir até nosso site e contratar o olist agora mesmo, totalmente online.

Aproveite para ler o que a Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, a Folha de São Paulo, o Catraca Livre, a Gazeta do Povo ou Jornal Folha de Londrina estão falando sobre o Olist.

9 comentários

  1. Fiquei com muita vontade de vender através da olist porém não entendi uma coisa muito dita que é a construção da marca preciso registrar minha marca antes gostaria de melhores informações desde já agradeço.

    • Olá Dayse, tudo bem?
      Você precisa de uma empresa formalizada, com CNPJ, para vender por meio do Olist. Também é interessante trabalhar a construção de uma marca própria utilizando as redes sociais, por exemplo. Mas isso não é obrigatório!
      Se você tiver outras dúvidas você pode solicitar o contato de um dos nossos consultores.
      Abs!

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