Lucro nos marketplaces: você está medindo seu custo operacional?


Lucro nos marketplaces: você está medindo seu custo operacional?

Todo vendedor visa o lucro.

A menos que se trate de um negócio social ou uma empresa sem fins lucrativos, essa é a regra básica do comércio.

No universo das vendas online e dos marketplaces, isso não é diferente.

Acontece que nem sempre esse conceito é bem-compreendido pelos comerciantes.

Esse cálculo não se resume à subtração: Preço de venda – Custo de Compra

Há muitas outras variáveis que precisam ser ponderadas para se ter certeza que um negócio é viável.

Quando as vendas são feitas pela Internet isso se torna ainda mais importante.

E como saber quais elementos são fundamentais? A resposta está neste post.

Vamos lá!

1)      Descubra seus custos operacionais

O valor do produto colocado à venda é apenas um dos custos envolvidos no processo de venda nos marketplaces.

Há muitas outras variáveis implícitas e explícitas que precisam ser levadas em conta, como por exemplo:

  • Plataformas de gestão: você utiliza algum sistema de gestão integrado das vendas, como o Olist? Ou paga por um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning, em inglês), por exemplo? Estes custos devem estar incluídos no seu cálculo de lucro;
  • Investimentos em mídia e publicidade: você realiza campanhas de publicidade ou investe em mídias pagas como Google Adwords e Facebook Ads? Esse elemento também precisa ser ponderado;
  • Manutenção do estoque: quanto você gasta para manter seu estoque? Há despesas como luz, água, segurança, entre outras? Esses gastos não podem ser desprezados;
  • Devoluções, trocas e desistências de compra: o Código de Defesa do Consumidor (CDC) é claro. O cliente tem até 7 dias para se arrepender de determinada compra. Se isso acontecer, as despesas de frete ficam por conta da loja virtual. Isso também pode influenciar o lucro do negócio;
  • Processamento financeiro: sua loja possui conta em banco? Qual o custo das tarifas? Você utiliza algum intermediador financeiro? Inclua esses valores no cálculo de lucro;
  • Equipe de trabalho: essa costuma ser a despesa principal do negócio. Todas as pessoas que trabalham na sua loja também geram custos que devem ser contemplados na gestão do seu negócio;
  • Custos legais: a operação de venda exige o pagamento de todos os impostos que garantam a legalidade do negócio. Isso também influência o lucro final das vendas.

Identificar e mensurar todos esses gastos é o primeiro passo para definir se o negócio é lucrativo ou não.

Com base nessas informações é possível definir um preço de venda capaz de manter a loja competitiva e viável no longo prazo.

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 2)      Avalie qual o peso dos custos no negócio

Saber qual o peso de cada custo sobre a margem de lucro permite definir estratégias para melhorar a alocação de despesas.

Para isso, é interessante definir porcentuais de cada índice sobre a receita total.

Também vale a pena se basear em valores de referência em mercados consolidados.

Considere o seguinte exemplo:

Uma loja que faz em média mil vendas por dia mês (aproximadamente 30 vendas por dia), com um faturamento de R$ 100 mil e os seguintes custos operacionais:

  • A: Equipe de trabalho (especialista em marketing, auxiliar de logística e gestor): R$ 9 mil
  • B: Pró-labore do empreendedor: R$ 5 mil
  • C: Demais custos de operação (como os citados acima): R$ 4 mil

Isso gera um gasto fixo (A+B+C) de R$ 18 mil ao mês para manter a loja em operação.

Dividindo as despesas (R$ 18 mil) pelo faturamento (R$ 100 mil), descobre-se que o custo operacional representa 18% da receita total do negócio.

Além disso, é preciso adicionar as comissões de venda cobradas pelos marketplaces, que podem chegar a 20%.

Com isso, praticamente metade do faturamento é consumido nos custos operacionais, antes mesmo de descontar o valor dos produtos.

O que sobrar após isso tudo, vira o lucro do negócio.

3)      Como aumentar o lucro?

Essa é a pergunta de um milhão de dólares!

Aumentar o lucro não representa apenas mais dinheiro no bolso do empresário.

Pode ser a oportunidade de expandir o negócio, aumentar o salário dos colaboradores ou investir em marketing, por exemplo.

Na prática, se o lojista não vende itens exclusivos ou artesanais, não há muitas alternativas de corte de custos operacionais.

O valor médio cobrado pelos fornecedores de produtos não possui grande variação entre os comerciantes.

As comissões cobradas pelos marketplaces são fixas para todos.

Pagar menores salários aos funcionários ou reduzir o pró-labore dos sócios é uma estratégia limitada.

O que sobra?

Eficiência operacional.

Em países como os Estados Unidos o custo operacional representa em média 3% do negócio, contra 18% do nosso exemplo acima.

Reduzir este custo é o meio mais fácil de ampliar o lucro do negócio.

Para isso, é fundamental apostar em tecnologia.

Sistemas automatizados ampliam a produtividade dos funcionários e evitam desperdícios.

Muitas vezes sua implementação é muito mais simples do que parece, com grande potencial para gerar um retorno rápido.

Conclusão

O preço do produto é apenas um dos fatores que determina o lucro do negócio.

Sem conhecer e monitorar os custos operacionais, o lojista está fadado à falência.

Uma das melhores estratégias para ampliar o lucro é apostar na tecnologia.

Sistemas integrados, como o Olist, fazem isso perfeitamente.

O lojista que contrata o serviço enfrenta menos burocracia, garante uma gestão centralizada de preços e pedidos e tem mais tempo livre para otimizar outras etapas do negócio.

É a ferramenta perfeita para ampliara a competitividade do negócio.

Quer conhecer mais vantagens em utilizar nossa plataforma? Confira este post que mostra as diferenças entre a venda tradicional e aquela feita via Olist.

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