O que o e-commerce do Brasil pode aprender com os Estados Unidos?


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O que o e-commerce do Brasil pode aprender com os Estados Unidos?Os Estados Unidos são referência quando o assunto é e-commerce. Dos mais de US$ 5 trilhões que são movimentados no varejo do país, estima-se que 7,1% sejam vendas do comércio eletrônico (US$ 350 bilhões). Até 2019 essa participação deve chegar a 10% do mercado. Além disso, empresas como a Amazon são referência em termos de inovação tanto no atendimento ao cliente quanto na gestão operacional.

A força desse mercado é ainda maior se comparada com o comércio eletrônico brasileiro. Por aqui, as vendas totais esperadas para 2016 são de R$ 44,6 bilhões. Além do menor volume de negócios, o Brasil também ainda está engatinhando na oferta de serviços como a entrega ultrarrápida, feita em 2 horas ou menos após a compra.

Com base nisso, há diversos padrões vigentes no e-commerce norte americano que podem ser incorporados ao mercado brasileiro. Confira neste post três lições importantes que podem ser aprendidas:

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Uso da tecnologia para otimizar processos

A tecnologia pode ser aproveitada tanto para auxiliar as estratégias de venda como para melhorar a eficiência operacional. Isso pode ser feito com o uso de softwares e por meio da robótica e automação, garantindo também a diminuição do risco de falhas. É possível monitorar todo o fluxo dos produtos, desde a chegada no armazém até a entrega ao consumidor.

Além de reduzir custos para as empresas, essa automação também favorece os consumidores. A Amazon, por exemplo, oferece o serviço Prime, em que o produto é entregue em até dois dias (sendo que, para alguns itens, a entrega é feita em apenas uma hora). Isso só foi possível graças a estudos criteriosos que otimizam a preparação das embalagens, postagem e definição de todas de entrega.

A empresa também começa a inovar em termos de modais. Recentemente foi anunciada a primeira entrega de produtos feita por um drone. Confira em vídeo:

Prioridade no atendimento aos clientes

O atendimento e suporte oferecido pelos e-commerces norte-americanos também ensinam ótimas lições para o empreendedor brasileiro. Lá as empresas priorizam a agilidade e eficiência na resolução de problemas, mesmo que isso signifique prejuízo imediato para a loja. A lógica é que manter um cliente pode render lucros ainda maiores no longo prazo,

Nos EUA, o atendimento e o suporte são realizados por profissionais capacitados e treinados, o que permite uma boa comunicação entre o consumidor e a empresa. Isso melhora a experiência geral de compra e fortalece a marca. Para chegar a um nível parecido de excelência, é necessário que os empreendedores brasileiros treinem suas equipes para otimizar o seu atendimento. Isso também exige uma mudança de mentalidade geral na gestão do negócio.

Gestão integrada de canais

É muito comum que empreendedores de lojas físicas também realizem vendas no ambiente virtual. Entretanto, nem sempre há uma gestão integrada desses dois canais, resultando em uma série de problemas. Nos Estados Unidos esse controle é mais efetivo, com uso de softwares e estratégias de gestão que evitam um descompasso nas vendas.

O segmento de marketplaces também é um destaque por lá. Os lojistas sabem explorar a força e reputação das grandes redes varejistas para conquistar visibilidade e ampliar o faturamento sem cometer erros operacionais. As estratégias e modelos adotados por esses lojistas podem ser incorporadas ao mercado brasileiro visando um ganho de performance.

Conclusão

Se inspirar no modelo norte-americano de e-commerce é uma forma de alcançar êxito nesse segmento no Brasil. Um lojista pode aplicar essas lições e adaptar os processos a sua realidade, visando melhorar seus resultados significativamente. Alguns dos pontos nos quais é possível obter mais avanços são a logística e a automação de processos, com uso intensivo da tecnologia.


Você lembra de mais alguma prática inovadora do comércio eletrônico dos EUA? Deixe o seu comentário abaixo!

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