Preço mínimo do Mercado Livre: saiba TUDO sobre a nova regra!


Preço mínimo do Mercado Livre: saiba TUDO sobre a nova regra!
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Preço mínimo do Mercado Livre: saiba TUDO sobre a nova regra!Começou a valer no dia 6 de agosto a nova regra de preço mínimo do Mercado Livre: a partir de agora, só é permitida a venda de produtos com valor mínimo de R$ 6. Ou seja, itens que custam menos do que isso não poderão ser divulgados no canal. Segundo o marketplace, o objetivo da mudança é aumentar o ticket médio das vendas e, consequentemente, a margem de lucro dos lojistas.

Se você quer saber mais detalhes sobre o preço mínimo, continue lendo este post. Nele, explicamos os efeitos da nova regra e damos algumas dicas para que os lojistas não sejam prejudicados. Confira a seguir!

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O que é o preço mínimo e dicas para se adaptar à nova regra

Agora é oficial: os anúncios do Mercado Livre passaram a ter um valor mínimo de R$ 6. A justificativa do marketplace é o aumento da competitividade e da margem de lucro dos lojistas – um ticket médio maior permite que o vendedor tenha também uma melhor fatia de lucro.

Na prática, lojas que trabalham com produtos acima de R$ 6 não são diretamente impactadas. Já aquelas que comercializam produtos mais baratos do que o valor mínimo precisam fazer adaptações para acompanhar a mudança. Nesses casos, a principal recomendação para não ser prejudicado é vender em quantidade.

Vamos a um exemplo: digamos que você comercialize canetas escolares a R$ 1 cada. Ao invés de deixar de vender no Mercado Livre por conta do valor baixo do item, a recomendação é agrupar as mercadorias em um pack com seis ou mais unidades. Dessa forma, você continuará vendendo os mesmos produtos, mas com um ticket médio maior.

Outra sugestão é criar kits com produtos diferentes e relacionados. No caso dos materiais escolares, a solução seria, por exemplo, unir em um mesmo grupo itens como caneta, lápis, borracha e apontador. Além de se adequar à nova regra do Mercado Livre, essa estratégia diminui os custos com frete.

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Outras mudanças do Mercado Livre

Além da mudança no valor mínimo, o Mercado Livre também lançou recentemente outras duas novas regras. Uma delas, implementada em junho de 2018, diz respeito aos gastos com a logística reversa dos produtos, ou seja, com o processo de devolução das mercadorias.

Segundo a mudança, os lojistas é que devem arcar com os custos totais da etiqueta de devolução caso o produto não esteja em perfeitas condições ou conforme o pedido do cliente. Já nas situações em que a devolução for solicitada por razões que não sejam de responsabilidade do lojista, quem pagará por isso será somente o marketplace. Mais detalhes sobre a regra estão disponíveis aqui.

A outra alteração feita pelo Mercado Livre tem relação com os anúncios do tipo Grátis. Agora, os lojistas podem anunciar produtos usados nessa modalidade até alcançar 20 vendas no último ano. No caso das mercadorias novas, o limite passou a ser de cinco vendas nos últimos 12 meses. 

Em ambos os casos, as lojas podem ter até 10 anúncios publicados simultaneamente, com estoque de uma unidade. Além disso, lembre-se de que a duração dos anúncios Grátis é de 60 dias. Se quiser saber mais, acesse este link.

Conclusão: se adapte à mudança e aumente o ticket médio!

Há alguns meses, o Mercado Livre vem implementando diversas novidades e mudanças no funcionamento da plataforma. O objetivo das mudanças é aumentar a competitividade dos lojistas e tornar a operação mais lucrativa tanto para o lojista quanto para o próprio marketplace. Como consequência, tais alterações exigem que as lojas parceiras se adaptem

Uma das novas regras lançadas é a definição do valor mínimo de R$ 6 para anunciar no canal. Produtos que custam menos que isso não podem mais ser divulgados na plataforma. Mas se você trabalha com produtos com ticket médio abaixo desse valor, há várias estratégias que podem ajudar o seu negócio a continuar vendendo no canal.

Como explicamos neste texto, a principal dica é agrupar produtos semelhantes para vendê-los em quantidade. Um exemplo: ao invés de vender um produto por R$ 5, venda dois por R$ 10. Dessa forma, você continuará trabalhando com os mesmos produtos e aumentará o ticket médio da compra. Outra sugestão é criar kits com itens mercadorias relacionadas – esse é um bom estímulo para o consumidor adquirir mais de um produto da sua marca.

Por fim, avalie se é vantajoso para a sua loja investir no aumento de portfólio e na venda de outros produtos. Além de aumentar a variedade de mercadorias, isso fará com que o negócio não fique dependente de poucos produtos, de baixo valor.

O que você achou da mudança? Compartilhe com a gente nos comentários!


1 Comentário

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  1. 1
    cesar

    Sobre as regras, creio que o Mercado Livre cria uma nova regra, provavelmente com dados que não temos (nós os pequenos negócios) acesso e impõe a todos sem tempo para adaptação. Veja o caso das 20 vendas com anúncios grátis no último ano, simplesmente verificam se você tem essa quantidade e glosam, sem nenhum aviso. A regra foi aplicada retro ativamente, é justo?
    Sobre os produtos com menos de R$ 6,00, justificar para um aumento do ticket considerando que o número de visitas caiu sensivelmente devido a crise e assim dizer que é para aumento da competitividade, não me parece uma explicação plausível, enquanto as grande lojas e magazines voam devido investimento maciço em marketing.
    Enfim, uma empresa que não tem um canal para comunicação direta, se esconde, não tem e-mail, se furta a dar informações, não me parece colaborar para multiplicar vendas dos pequenos negócios que construíram a empresa desde que ela começou na época do arremate / leilões.
    Mas as regras do capitalismo são essas mesmo e quem não esteja contente, que mude.
    Vem aí o começo do fim.

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