Shopping center virtual: a solução para vender mais pela internet


Shopping center virtual: a solução para vender mais pela internet
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Shopping center virtual: a solução para vender mais pela internet 

Você com certeza conhece o modo de funcionamento de um shopping center.

Trata-se de um amplo espaço comercial, que agrega lojas, restaurantes, cinemas e toda a infraestrutura de apoio aos consumidores, como banheiros, estacionamento e espaços de conveniência.

Para vender nesses espaços, o lojista paga uma taxa mensal ou uma comissão pelas vendas.

Em troca, ele espera um fluxo maior de clientes, uma estrutura pronta para montagem da loja e a visibilidade em campanhas de marketing colocadas em prática pelo shopping.

Embora popular no varejo físico, esse modelo também pode ser incorporado ao comércio eletrônico.

Mas, ao invés de serem chamados de shoppings centers virtuais, esses canais de venda são conhecidos como marketplaces.

Embora essa modalidade de venda ainda seja relativamente nova no Brasil, ela é muito semelhante ao modelo do shopping tradicional.

Milhares de vendedores online tem ampliado significativamente os lucros apostando nesse modelo.

Neste post você vai entender o porquê.

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Um ambiente com ticket médio superior

É muito comum que um produto vendido em um shopping center custe mais caro do que em uma loja de rua ou um camelódromo.

Isso ocorre por diversos fatores: menor número de concorrentes diretos, público consumidor com renda mais elevada e presença de lojas qualificadas.

Mais do que mero lucro, esse valor mais elevado serve para cobrir os custos operacionais da loja, mantendo uma margem mínima que garanta a viabilidade do negócio.

Entretanto, fica evidente que a maioria dos clientes está disposto a pagar mais em troca de vantagens como atendimento de qualidade, suporte diferenciado e credibilidade da marca (vamos falar mais disso adiante).

Isso também se aplica aos marketplaces, já que o ambiente de venda nos sites das grandes redes varejistas é bem diferente dos sites de classificados online, por exemplo.

Apenas vendedores altamente qualificados e com uma empresa formalizada são aceitos, o que assegura um nível mínimo de serviço com qualidade.

Mais recursos para a atração de consumidores

Em um shopping center tradicional é comum encontrar diversas ações para atração de clientes, como a realização de campanhas de descontos, oferta de brindes ou sorteios de itens.

Há também um grande investimento em marketing, visando conquistar novos consumidores.

Assim, o fluxo de pessoas com predisposição a comprar é significativamente mais alto.

O mesmo acontece nos marketplaces.

Os principais sites do país fazem investimentos de peso em mídias pagas, tanto online como offline.

Além disso, também existem ações de relacionamento com os clientes, como o envio de newsletters com as principais promoções de itens.

Tudo isso faz com que a audiência dos marketplaces seja muito maior do que em sites independentes, com possibilidades de conversão mais elevadas. 

canvas olistAmbiente confiável para compras, com credibilidade e segurança

É pouco provável que uma pessoa compre um produto de alto valor agregado, como um notebook, em uma banca de rua, por exemplo.

Fatores como a credibilidade do vendedor, a garantia de origem, o fornecimento de nota fiscal e a facilidade para troca só são encontrados em locais como os shopping centers, deixando o consumido muito mais confortável para a compra.

Na internet isso é ainda mais importante.

Entre os principais temores enfrentados pelos usuários estão o risco de golpes, a segurança dos dados pessoais e o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) para caso de troca ou desistência da compra.

Se a loja online está vinculada a um marketplace, o cliente vai dar menos importância a essas incertezas, dada a credibilidade das grandes varejistas.

Infraestrutura de ponta e estabilidade no acesso

Ao ir a um shopping center o consumidor tem a sua disposição uma ampla infraestrutura, como banheiros, estacionamento e praça de alimentação.

O mesmo vale para o comerciante, que não precisa investir em obras civis, manutenção ou segurança, já que isso tudo é gerenciado por terceiros.

Esse mesmo modelo de funcionamento pode ser identificado nos marketplaces.

O cliente tem à disposição uma série de meios de pagamento, como cartões, boleto ou intermediadores financeiros.

Há ainda a oferta de recursos complementares, como o parcelamento e a possibilidade de contratação da garantia estendida.

Para o lojista, a vantagem é não ter que se preocupar com aspectos técnicos do e-commerce, como manutenção, servidores e sistemas de pagamento.

Assim, eventual pico de acessos ou possíveis ataques cibernéticos deixam de ser uma preocupação constante.

Isso garante mais tempo livre para otimizar a gestão do negócio.

Conclusão

Nenhuma loja é considerada grande se não estiver presente em pelo menos um grande centro comercial.

Na web, os marketplaces são a representação perfeita de um shopping center virtual.

Ganham os lojistas, que reduzem drasticamente o investimento inicial e tem a chance de obter ganhos de forma muito mais rápida.

Também são beneficiados os consumidores, que tem à disposição muito mais opções de produtos sem prejuízos à qualidade do serviço.


Ainda tem dúvidas sobre o conceito de shopping center virtual? Compartilhe com a gente!
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